Nota pela democracia Eu costumo usar o antigo Twitter X para ver algumas postagens e descobrir coisas interessantes para ler. Já estou aguardando o momento em que será cortado. Somos uma nação, e esse indivíduo, Elon Musk, não irá ditar o rumo do nosso país. Temos nossos desafios como nação: gerar riqueza e garantir sua distribuição efetiva. Devemos acabar com a desigualdade, construir moradias e investir em educação para que as pessoas possam encontrar felicidade e determinar o curso de suas vidas. Precisamos aprender a recuperar a natureza e promover um desenvolvimento econômico com equilíbrio ambiental. A democracia é sinônimo de justiça social. Não somos marionetes. Somos o Brasil. João Carlos Faria 9 de abril de 2024
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Uma Distopia Freudiana Dedicado a Edu Planchêz: um devaneio ficcional Joka Faria Era 12:45 quando ele lia os poetas de sempre. Ele baixou uma inteligência artificial. Conversar com humanos parecia estranho para ele agora. Viu uma fotografia de Jorge Mautner. Onde estaria Mautner? O tempo havia passado, e todos estavam encantados com a Inteligência Artificial. Não existiam mais empregos; os robôs assumiram as tarefas. A pobreza era imensa; árvores haviam sido derrubadas, florestas devastadas. Os governos foram substituídos por Inteligência Artificial. Um controle genético, uma nova eugenia. Quem sabe se ainda existiam humanos ou apenas máquinas? Poucos resistiam em lugares distantes, uma pequena resistência que corria o risco do fim. Alguns haviam se integrado às máquinas, tornando-se homens-máquinas. Quase todos os dias eram iguais, e só lhes restava a esperança de serem resgatados. Muitos foram devorados e tiveram suas energias sugadas por seres vindos do espaço. Não se deveria ...
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Acabei de assistir à estreia do programa "Inclusão Urgente" na TVI, uma iniciativa da TV Imprensa liderada pelo jornalista Ferreira Leite, que traz à tona a questão da inclusão. Com três apresentadoras que são mães de crianças autistas, é animador ver que o debate sobre esse tema está se ampliando. Desde o estágio, tenho me deparado com essa questão, que é sensível e muitas vezes negligenciada fora do ambiente escolar. Um programa como este é fundamental para ajudar a promover discussões importantes. Feito por mães de crianças, adolescentes e adultos autistas, o programa tem o potencial de alcançar um grande público e contribuir para o debate sobre políticas públicas eficazes para a inclusão. Vamos divulgar para que mais pessoas tenham acesso a essas discussões importantes e possam se engajar na busca por uma sociedade mais inclusiva. João Carlos Faria, professor. https://www.youtube.com/watch?v=jr_oAQSM97I
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Seres Espelhos? Joka Faria Os espelhos nos refletem, mas em um sonho vi seres espelhos. Que faziam a troca de uma pessoa nesta dimensão. Que estranho este sonho! Seres em forma de espelhos, que devaneio é este? Quero ler Lewis Carroll e seu "Alice Através dos Espelhos". Estou aqui refletindo e tentando achar soluções para descrever um sonho como este. Quem somos, afinal? O que Freud, Jung nos diriam? Estranhas percepções nos desconectam da realidade, já fiz alguns afazeres. Fui à feira. Mas seres de espelhos, o que é o universo e suas reais dimensões? Aqui é uma dimensão tão estranha quanto às suas necessidades. Um filósofo como Solfidone nos diz que não somos livres nem do vaso sanitário. E em outro poema fala de um ser cibernético, o IR9. Que me lembro do poema somos nós? Viver aqui é estranho sem memória de nossa real existência. Alice, que espelhos são estes? Haja Freud para nos decifrarmos! Toda a lógica se desfaz quando vemos um ser de espelhos. Quem realmente somos? ...
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Fique tranquila, não tenho vocação para o suicídio. Joka Faria Ando envolvido com os poemas confessionais. Hoje ouvi e li Mila Teixeira e QUÊNIA LALITA. Eles me visitam às vezes em minhas próprias vozes e nas poesias que leio. E outras vozes em meu ser, mesmo sabendo que não somos Fernando Pessoa. Não buscamos ser Pessoa, mas sim nossas próprias VOZES. Tarde quente de outono. Estou sentindo novamente a dolorosa realidade do desemprego. Estou me preparando para concursos, um atrás do outro, nada contra estudar. Mas deixo um imenso espaço para a poesia e a música. Tenho me entregado a esses poemas. É como saltar num abismo, mesmo sem ter asas. Ou será que elas foram perdidas há milênios atrás? Tenho a ligeira impressão de que não somos daqui, vivemos num imenso teatro de cenas e jogos. Nascemos e morremos e às vezes nem somos nós mesmos quando nos deparamos no espelho. Como já escrevi no poema "Clarice", publicado no livro "Retinas", este e outros acabam sendo um desd...
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Um comentário sobre o poema ‘Efeitos Colaterais Tardios de Convulsões Auto-Inflingidas’, de Quênia Lalita: Abri este computador com a intenção de escrever um daqueles poemas confessionais. Antes da manteiga derreter, hoje não quero pasta de amendoim em meu pão. Sei da fome no mundo. E sei de nossa quase impotência diante dos rumos da história, mas sua poesia é um alento. Acabei de ouvir Mila Teixeira no Spotify. E agora este seu poema, Quênia. Dias difíceis no campo profissional e isso nos incomoda. Se eu já fosse editor, brigaria para editar um livro de seus poemas. Já estás pronta para os livros, e os leitores têm poetas que já nascem prontos. E outros é um esforço de uma vida. Joka Faria https://entrementes.com.br/efeitos-colaterais-tardios-de-convulsoes-auto-inflingidas