Postagens

Imagem
  Se o tempo passa o tempo todo, este senhor Tempo realmente existe? Não somos como o Super-Homem que voltou no tempo? O que você fazia hoje às quatro da tarde? Aquele você ainda é você agora? Ou o tempo, silenciosamente, já o transformou em outro? Joka Faria 26 de junho de 2026, sexta-feira.
Imagem
  Desejo numa faísca num parque ​Vários corpos bem definidos para todos os sabores do amar. E os saberes? Mas, ao acaso, somos apenas corpos? Se em nossa animalidade há o cio, onde fica o amor? Ou caminham juntos, desejo e amor, pelo mesmo corpo? Segredos ou armadilhas dos deuses? Como somos mistérios diante da esfinge. ​Joka Faria Junho de 2026 Parque Vicentina Aranha, São José dos Campos (SP)
Imagem
  Uma canção para o filme que ainda não fizemos Manhã de inverno. Por onde andam os deuses? Dia frio e chuvoso. Eu aqui, nesta existência que um dia se findará. Mas de onde realmente somos? Tudo parece um interminável sonho. Viver é para os desavisados? Não paramos de pensar. Existir. Existir. Não procurei as notícias de política. Vou ouvir "Vapor Barato", de Jards e Waly. Em que século foi composta esta canção? Como dá vontade de criar uma história para ela. Canções. Jards, Raul, Tom. Nossas canções. E onde se esconde o novo? O que decifra o século XXI? Ah, este novo. Vamos juntos criar um roteiro? Um filme que nos diga o que deve ser dito nestes estranhos dias de conservadorismo. Vamos dançar na chuva fria de inverno? Vou pegar aquele velho navio. Joka Faria Inverno de 2026
Imagem
 
Imagem
  Leituras de cabeceira enquanto ainda respiro Dez e oito da noite. Ou 22 horas e 8 minutos. Comecei um hábito estranho: ler um livro à noite. Sei que minha vista embaralha as palavras, mas um amigo diz que é necessário. Estou lendo um livro sobre o luto. Sim, o luto. Depois é Nunca , de Fabrício Carpinejar. Devo tê-lo ganhado do Mazola. Mazola é um descobridor de palavras. Garimpa livros em sebos. Mora em algum lugar da Zona Sul de São José dos Campos. Raramente o vejo. Uma figura rodeada de palavras. Leitor voraz. Não escreve livros, mas escreve na vida. Um bom amigo ocasional. Ler é um caminho solitário que as redes sociais não substituem. Hoje vi discos voadores voando e entrando em vulcões. Espalhei o vídeo. Mas todos são incrédulos. Nem imagino o que Mazola dirá. Mas temos mesmo que falar sobre tudo? Se nunca sabemos nada. Como é estranha a rotina. Será mesmo que somos humanos? Ou uma simulação de IA? Joka Faria Inverno de 2026 Lendo dez páginas por dia....
Imagem
  Canção do Pássaro sem Asas Joka Faria Eu era um pássaro e vivia livre nos ares. Mas Cortella dizia que não somos livres. Eu já fui humano em inúmeras vidas, na tal Roda de Sansara, umas vezes nascendo mulher e outras, homem. Mas um dia tentei fugir, no astral. Samael havia me dado dicas. E fugi. Não entrava nas cavernas na hora dos trovões. E fui achado por uns magos, que me transformaram em urubu. E nasci, mas lembrando de minhas existências humanas. Um dia, num acidente, perdi uma das asas numa torre de alta tensão. Fui resgatado por uma menina, que me adotou. Levou-me para sua casa, perto de um imenso rio, e ali sobrevivi. Sempre pensei na possibilidade da inexistência. Que um tal Marcelo falava. Mas, sem voar, sem me comunicar com quem um dia fui no caso humano, viver sem voar é estranho. Voltei a recordar das Plêiades. Mas como escapar desta prisão? Não sei. Aguardo o fim, mas me divirto com ela num rio. Liberdade? Quem realmente sabe o que é? Quem dera um dia ser um golfinh...
Imagem
  O Silêncio SILÊNCIO! SILÊNCIO! Na admirável solidão destes dias conectados. Silêncio. Vivemos nossa solidão CONECTADOS. Joka Faria 17 de junho de 2026.