Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126. Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126.
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Avistamentos do alto dos céus do X Joka Faria Há algo estranho no ar... Vi umas imagens de objetos voadores supostamente nos terremotos da Venezuela. Mas e aí? Como acreditar em nossas visões de vídeos? Investigar, tentei; salvar para repassar, e nada. Mas os céticos dirão que é ilusão? Mas tudo não é um sonho? Com a passagem do tempo... ao acaso conseguimos parar o tempo? Não. Tudo é inexorável... interminável... Eu, que não sou Gal... Afrodite... Sou apenas João. Mais um João no registro civil... Joka é uma invenção. Mas como seria ser o outro? Corpo, alma e sentido? Mas como gostaria de explorar o Eu feminino nestes adoráveis dias LGBTQIA+... Brincar de não ser e, sendo eu, realmente existo? Estas nossas vestimentas corpóreas não dizem quem realmente somos? Tantas explicações religiosas... filosóficas... Somos biológicos, mas quem sabe máquinas? E estes recorrentes avistamentos? Eu e todo mundo somos desejo. Crianças a desvendar a vida... atores sem palco... O que Paulo Lemins...
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Desejo numa faísca num parque Vários corpos bem definidos para todos os sabores do amar. E os saberes? Mas, ao acaso, somos apenas corpos? Se em nossa animalidade há o cio, onde fica o amor? Ou caminham juntos, desejo e amor, pelo mesmo corpo? Segredos ou armadilhas dos deuses? Como somos mistérios diante da esfinge. Joka Faria Junho de 2026 Parque Vicentina Aranha, São José dos Campos (SP)
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Uma canção para o filme que ainda não fizemos Manhã de inverno. Por onde andam os deuses? Dia frio e chuvoso. Eu aqui, nesta existência que um dia se findará. Mas de onde realmente somos? Tudo parece um interminável sonho. Viver é para os desavisados? Não paramos de pensar. Existir. Existir. Não procurei as notícias de política. Vou ouvir "Vapor Barato", de Jards e Waly. Em que século foi composta esta canção? Como dá vontade de criar uma história para ela. Canções. Jards, Raul, Tom. Nossas canções. E onde se esconde o novo? O que decifra o século XXI? Ah, este novo. Vamos juntos criar um roteiro? Um filme que nos diga o que deve ser dito nestes estranhos dias de conservadorismo. Vamos dançar na chuva fria de inverno? Vou pegar aquele velho navio. Joka Faria Inverno de 2026
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Leituras de cabeceira enquanto ainda respiro Dez e oito da noite. Ou 22 horas e 8 minutos. Comecei um hábito estranho: ler um livro à noite. Sei que minha vista embaralha as palavras, mas um amigo diz que é necessário. Estou lendo um livro sobre o luto. Sim, o luto. Depois é Nunca , de Fabrício Carpinejar. Devo tê-lo ganhado do Mazola. Mazola é um descobridor de palavras. Garimpa livros em sebos. Mora em algum lugar da Zona Sul de São José dos Campos. Raramente o vejo. Uma figura rodeada de palavras. Leitor voraz. Não escreve livros, mas escreve na vida. Um bom amigo ocasional. Ler é um caminho solitário que as redes sociais não substituem. Hoje vi discos voadores voando e entrando em vulcões. Espalhei o vídeo. Mas todos são incrédulos. Nem imagino o que Mazola dirá. Mas temos mesmo que falar sobre tudo? Se nunca sabemos nada. Como é estranha a rotina. Será mesmo que somos humanos? Ou uma simulação de IA? Joka Faria Inverno de 2026 Lendo dez páginas por dia....