Quando Tudo Desmorona Nunca conversei com quem veio da morte? Ah, que sorte... Mas a morte? Às vezes tão próxima... E não joga xadrez. Essa morte, tão indelicada, muitas vezes indesejada, mas sempre certa em nossos deslizes. Nunca conversei com quem veio da morte? Ah, com medo ou sem medo, há sempre a incerteza. Então, vivamos nossas vidas ilusórias, sem fazê-la. Desapegados de tudo. Só temos a necessidade de ganhar este pão de cada dia. O resto é liberdade para amar e viver. Joka Faria 4 de agosto de 2026
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Eu me caibo dentro de mim .. Joka Faria Antes de vir escrever. Pensei como seria ser Bob Dylan .. Nunca imaginamos como é sentir em ser outra pessoa. Quem sabe eu tenha sido uma bruxa queimada na idade média? Quem sabe .. Eu deixei o youtube correr na tv .. Mas veio a vontade de escrever depois de horas vazias .. sabendo do mundo via youtube ..Finalmente comprei o kindle que sensação de liberdade inexistente .. Poder ler uma infinidade de livros .. Esquecer as redes sociais .. Hoje brinquei com IA .. na manhã de sábado.. E saí para fotografar a cidade. Sexta esqueci a senha do celular .. deu branco ao instalar a conta da Amazon ... Quantas mulheres cabem dentro de nós? Eu me caibo dentro de mim .. Não sei o que você realmente sente .. mas poderei reler Walt Whitman .. quantas vezes quiser .. eu comprei toda poesia de Paulo Leminski .. Estou vendo videos para baixar livros grátis no kindle .. Imaginem sobreviver sem celula...
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Mas não nos cabe um bunker Joka Faria Dia D ou C... Minha garganta dá sinais de irritação. Nada de ibuprofeno em casa. Eu assisti a um jogo decisivo em modo off-line. Só o corpo presente. Minhas divagações iam ao início dos universos. Segundo uns saberes, estamos num sétimo universo em forma líquida. Vi postagens sobre o vazamento de informações de IA. E nós ainda estamos aqui neste domingo. Como, na atualidade, escapar de usar IA? Não estamos há muito tempo nos anos 90. É 2026 este ano. Mas vi um vídeo que dizia que deveríamos contar a partir da descoberta e do uso da agricultura. Também da escrita e da matemática. Para que pensar como são os universos aos quais nunca pertencemos? Voltar a estas reflexões seria fuga? A vida é tão comum. E adorei trabalhar numa festa junina escolar, mas no mês de julho. Em breve, em agosto, vi postagens sobre cataclismos climáticos no Brasil. Mas não nos cabe bunker. Pois somos do povo. E não temos muita coisa além de nossos corpos. Ter ou ser? S...
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Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126. Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126.
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Avistamentos do alto dos céus do X Joka Faria Há algo estranho no ar... Vi umas imagens de objetos voadores supostamente nos terremotos da Venezuela. Mas e aí? Como acreditar em nossas visões de vídeos? Investigar, tentei; salvar para repassar, e nada. Mas os céticos dirão que é ilusão? Mas tudo não é um sonho? Com a passagem do tempo... ao acaso conseguimos parar o tempo? Não. Tudo é inexorável... interminável... Eu, que não sou Gal... Afrodite... Sou apenas João. Mais um João no registro civil... Joka é uma invenção. Mas como seria ser o outro? Corpo, alma e sentido? Mas como gostaria de explorar o Eu feminino nestes adoráveis dias LGBTQIA+... Brincar de não ser e, sendo eu, realmente existo? Estas nossas vestimentas corpóreas não dizem quem realmente somos? Tantas explicações religiosas... filosóficas... Somos biológicos, mas quem sabe máquinas? E estes recorrentes avistamentos? Eu e todo mundo somos desejo. Crianças a desvendar a vida... atores sem palco... O que Paulo Lemins...
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Desejo numa faísca num parque Vários corpos bem definidos para todos os sabores do amar. E os saberes? Mas, ao acaso, somos apenas corpos? Se em nossa animalidade há o cio, onde fica o amor? Ou caminham juntos, desejo e amor, pelo mesmo corpo? Segredos ou armadilhas dos deuses? Como somos mistérios diante da esfinge. Joka Faria Junho de 2026 Parque Vicentina Aranha, São José dos Campos (SP)