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  Mas não nos cabe um bunker Joka Faria Dia D ou C... Minha garganta dá sinais de irritação. Nada de ibuprofeno em casa. Eu assisti a um jogo decisivo em modo off-line. Só o corpo presente. Minhas divagações iam ao início dos universos. Segundo uns saberes, estamos num sétimo universo em forma líquida. Vi postagens sobre o vazamento de informações de IA. E nós ainda estamos aqui neste domingo. Como, na atualidade, escapar de usar IA? Não estamos há muito tempo nos anos 90. É 2026 este ano. Mas vi um vídeo que dizia que deveríamos contar a partir da descoberta e do uso da agricultura. Também da escrita e da matemática. Para que pensar como são os universos aos quais nunca pertencemos? Voltar a estas reflexões seria fuga? A vida é tão comum. E adorei trabalhar numa festa junina escolar, mas no mês de julho. Em breve, em agosto, vi postagens sobre cataclismos climáticos no Brasil. Mas não nos cabe bunker. Pois somos do povo. E não temos muita coisa além de nossos corpos. Ter ou ser? S...
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 Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Eu sou a lâmpada. Sou o gênio. E aquele que segura a lâmpada. Só não sei como parar o tempo. Viva a liberdade. Viva uma noite de kaos. Viva a liberdade criativa. Onde deixamos de ser atores e nos despimos da velha moral. Por isso amo a liberdade dos saraus. Como diz Caetano Veloso: "Respeito muito minhas lágrimas." De perto, somos humanos, e não atores da crueldade do dia a dia. A arte nos liberta. Joka Faria Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126. Junho de 2026. Julho de 2026. Dezembro de 3126.
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  Avistamentos do alto dos céus do X Joka Faria Há algo estranho no ar... Vi umas imagens de objetos voadores supostamente nos terremotos da Venezuela. Mas e aí? Como acreditar em nossas visões de vídeos? Investigar, tentei; salvar para repassar, e nada. Mas os céticos dirão que é ilusão? Mas tudo não é um sonho? Com a passagem do tempo... ao acaso conseguimos parar o tempo? Não. Tudo é inexorável... interminável... Eu, que não sou Gal... Afrodite... Sou apenas João. Mais um João no registro civil... Joka é uma invenção. Mas como seria ser o outro? Corpo, alma e sentido? Mas como gostaria de explorar o Eu feminino nestes adoráveis dias LGBTQIA+... Brincar de não ser e, sendo eu, realmente existo? Estas nossas vestimentas corpóreas não dizem quem realmente somos? Tantas explicações religiosas... filosóficas... Somos biológicos, mas quem sabe máquinas? E estes recorrentes avistamentos? Eu e todo mundo somos desejo. Crianças a desvendar a vida... atores sem palco... O que Paulo Lemins...
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  Se o tempo passa o tempo todo, este senhor Tempo realmente existe? Não somos como o Super-Homem que voltou no tempo? O que você fazia hoje às quatro da tarde? Aquele você ainda é você agora? Ou o tempo, silenciosamente, já o transformou em outro? Joka Faria 26 de junho de 2026, sexta-feira.
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  Desejo numa faísca num parque ​Vários corpos bem definidos para todos os sabores do amar. E os saberes? Mas, ao acaso, somos apenas corpos? Se em nossa animalidade há o cio, onde fica o amor? Ou caminham juntos, desejo e amor, pelo mesmo corpo? Segredos ou armadilhas dos deuses? Como somos mistérios diante da esfinge. ​Joka Faria Junho de 2026 Parque Vicentina Aranha, São José dos Campos (SP)
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  Uma canção para o filme que ainda não fizemos Manhã de inverno. Por onde andam os deuses? Dia frio e chuvoso. Eu aqui, nesta existência que um dia se findará. Mas de onde realmente somos? Tudo parece um interminável sonho. Viver é para os desavisados? Não paramos de pensar. Existir. Existir. Não procurei as notícias de política. Vou ouvir "Vapor Barato", de Jards e Waly. Em que século foi composta esta canção? Como dá vontade de criar uma história para ela. Canções. Jards, Raul, Tom. Nossas canções. E onde se esconde o novo? O que decifra o século XXI? Ah, este novo. Vamos juntos criar um roteiro? Um filme que nos diga o que deve ser dito nestes estranhos dias de conservadorismo. Vamos dançar na chuva fria de inverno? Vou pegar aquele velho navio. Joka Faria Inverno de 2026
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