Era uma praça. Continua a ser praça. Mas tão pálida, sem brilho. E assim é viver em altos e baixos. Salto alto. Botas. Era uma praça. CONTINUA a ser praça. Mas tão sem graça?
As praças são do povo. Mas o mercado sempre de olho. Há praças sem poetas. Só os profetas com as bíblias na mão?
Me digam, onde estão os poetas?
14 de março de 2026
Para mim, todos os dias são da senhorita poesia.
Joka Faria
As praças de São José dos Campos e de todas as cidades do Brasil.
Cidade
Vendedores de óculos. Vendedoras de corpos. O amor fast food. Uma palhaça faz entrevista. Nada de silêncio. Cidade. Estamos vivos. Há vivos.
E o amor fast food, quanto custa?
As praças, as ruas, num sábado que não é qualquer. Show de Léo Mandi.
Num sábado que não é qualquer. Neste caos, eu escrevo. O vento em meu rosto me acaricia sem cobrar.
Joka Faria
14 de março de 2026
Praça Afonso Pena, São José dos Campos, São Paulo, Brasil.
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